Dito isto, até pelas dores e problemas físicos aqui e ali sentidos pelo sérvio e pelos altos e baixos vividos por Sinner – que vem vencendo, mas sacou muito mal na segunda rodada e oscilou um bocado neste sábado – Alcaraz se apresenta como o nome mais forte deste US Open até aqui.
Coisas que eu acho que acho:
– Gostei da Bia Haddad mais, digamos, “devolvedora” que derrotou Golubic na segunda rodada. Não que eu ache que a brasileira deva jogar sempre assim, agredindo pouco. No entanto, ela vinha precisando de atuações sólidas como essa, que veio em ótima hora. A ver que tipo de postura Bia terá neste sábado, contra Sakkari.
– Luisa Stefani e Timea Babos vêm fazendo um belo torneio, com duas boas vitórias, também baseadas em atuações sólidas. É uma dupla que está em sintonia e que joga como dupla, tentando sempre colocar as duas tenistas junto à rede, forçando as adversárias a fazerem algo especial para vencê-las.
– Ben Shelton, candidatíssimo a encontrar Alcaraz nas quartas de final, foi forçado a abandonar seu jogo contra Adrian Mannarino por causa de uma lesão no ombro esquerdo. O americano vinha em uma sequência pesada de jogos. Desde Roland Garros, disputou 24 partidas antes do US Open. Não resistiu.
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