Em seis jogos no comando técnico do Atlético-MG, Eduardo Domínguez ainda busca a formação ideal, com o setor ofensivo apresentando a maior rotatividade. A equipe marcou apenas dois gols sob sua gestão, evidenciando um desafio na consolidação do ataque.
A Constância de Hulk e a Rotatividade de Outros Atacantes
Todos os atacantes relacionados nas partidas sob Domínguez receberam oportunidades. Hulk destaca-se como o jogador mais utilizado, sendo titular em cinco dos seis confrontos e permanecendo em campo por 512 minutos, com uma assistência. Outros nomes como Cuello, com três partidas como titular, Cassierra e Reinier, ambos com duas, e Dudu, com uma, também foram acionados, enquanto Minda ainda aguarda sua primeira chance no onze inicial.
Variações Táticas nas Linhas de Ataque
A busca por soluções ofensivas levou Domínguez a implementar cinco formações de ataque distintas nos seis jogos. Exemplos incluem as duplas Reinier e Hulk contra o América, Dudu e Hulk frente ao Cruzeiro, ou trios como Hulk, Cuello e Cassierra observados nos jogos contra Internacional e São Paulo. Na derrota para o Fluminense, a estratégia foi aproximar os meias Bernard e Victor Hugo de Hulk, buscando maior poder de fogo.
Essas modificações no ataque foram impulsionadas tanto por escolhas táticas específicas do treinador argentino quanto pela ausência de respostas positivas esperadas de alguns jogadores, evidenciando uma fase de experimentação em busca da combinação ideal.
Desafios Futuros e Oportunidade de Ajustes
A pausa no Campeonato Brasileiro, devido à Data Fifa, oferece a Eduardo Domínguez um período crucial para realizar ajustes na equipe. A equipe enfrentará a ausência de Minda, convocado para a seleção equatoriana, enquanto se prepara para o próximo compromisso no dia 2 de abril, contra a Chapecoense, na Arena Condá.
Fonte: https://ge.globo.com













