O resto você lembra: a chegada ao Corinthians no olho do furacão, a frase de apresentação: “é no caos que os bons aparecem”, e o Paulistão da redenção, com defesa em cobrança de Raphael Veiga na final. “Foi a melhor defesa da minha vida. O Estevão batia sempre ali, o Veiga variava mais. Estudo, detalhe e decisão.” O gesto que vale taça virou carimbo de identidade: Hugo, herói com H maiúsculo, como cantou a Fiel.

Hugo fala de pênaltis como quem lê um livro que já conhece o final, mas respeita cada página. Em tempo normal, diz ele, é mais difícil: uma chance só, “ali ou ali”. E quando eu pergunto o que diria ao pai se pudesse abraçá-lo hoje, o goleiro desarma qualquer armadura: “Eu só abraçaria e diria: a gente conseguiu. Valeu a pena.” Futebol também é isso, um filho levando um sonho até o fim do mundo, para devolvê-lo em forma de defesa no ângulo.
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