
Com gols de reservas, Corinthians empata com a Portuguesa em jogo-treino no CT
O Corinthians voltou a atrasar o pagamento de parcelas da transação tributária assinada com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) que reduziu uma dívida com a União de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. Os atrasados somam R$ 26,15 milhões.
+ Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp
O clube não pagou a parcela de outubro, que venceu no último dia 30, tanto na conta de débitos previdenciários quanto na de não previdenciários.
No mês passado, o Corinthians pagou mais de R$ 8 milhões para quitar quatro parcelas atrasadas da dívida previdenciária. Entretanto, não honrou a prestação de 30 de outubro, passando a dever R$ 2.001.982,48.
Na dívida não previdenciária, o Corinthians chegou a cinco parcelas abertas ao não pagar a prestação de 30 de outubro. São R$ 24.148.080,90 pendentes.
Procurado pelo ge, o Corinthians não respondeu até a publicação desta matéria. Se houver resposta, o texto será atualizado.
O contrato assinado entre as partes prevê que a “falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas” é hipótese de rescisão. A PGFN não executou a cláusula até o momento.
Mais notícias do Corinthians:
+ Veja quais são os desafios do Corinthians na Data Fifa
+ MP cobra o clube por troca da empresa de gestão de ingressos
Presidente Osmar Stabile na Vila Belmiro em São Paulo x Corinthians pelo Campeonato Brasileiro
Marcos Ribolli
O Corinthians assinou acordo de transação tributária com a PGFN e recebeu desconto de 46%, reduzindo uma dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. São 120 prestações para os débitos não previdenciários e 60 prestações nos previdenciários.
Se o acordo for rescindido, o contrato prevê que o montante original da dívida seja restabelecido, sem qualquer desconto, com a dedução apenas dos valores já pagos. Com isso, as cobranças judiciais e extrajudiciais seriam retomadas.
Além disso, o Corinthians ficaria proibido por dois anos de fazer qualquer novo acordo de transação, mesmo relativo a dívidas diferentes.
O acordo com a PGFN motivou uma polêmica na aprovação das contas de 2025, já que, apesar de o contrato ter sido assinado em 2026, a gestão incluiu os efeitos da transação tributária no ano passado. A renegociação resultou em uma diminuição de R$ 217,428 milhões na dívida bruta total do clube.
Parque São Jorge, sede social do Corinthians
José Edgar de Matos
Com endividamento na casa dos R$ 2,8 bilhões, o Corinthians acumula déficit de R$ 278,705 milhões nos sete primeiros meses de 2026. O clube tem atrasado o pagamento de contas do dia a dia.
Para o elenco masculino de futebol, por exemplo, a diretoria deve três meses de direitos de imagem, férias e premiações da Conmebol Libertadores e do Campeonato Brasileiro.
+ Leia mais notícias do Corinthians
🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧
+ Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge
e
Fonte: Ge. Globo










